Todo gay tem uma grande amiga. Ela pode ser aquela vizinha que mora na rua, ou a que estuda na mesma sala. Mas, na ausência dessa amiga, sempre aparecerá a grande diva que suprirá esse vazio. Para os gays do início do milênio, Britiney Spears. Para os gays de hoje, Lady Gaga. Para os gays tiozões, Madonna.
E para os gays em Cristo? Quem mais pode ser a grande diva? Sem qualquer sinal de surpresa, Ana Paula Valadão é a grande Madonna do povo de Deus.
O fenômeno está aí, debaixo do nariz de todo mundo, mas por um razão desconhecida, o assunto é tratado pela tangente (e até vetado) nas igrejas.
Numa breve passeada nos vídeos do YouTube, ou uma olhadela no perfil dos participantes daquele congresso que o Diante do Trono faz – quase uma parada gay de Jesus – descortina-se uma verdade: o grande armário da igreja poderia ser chamado “Fã Clube do DT”.
Mesmo sendo verificável, o que me intriga é o por quê desse ajuntamento em torno de Valadão. E mais ainda: o por quê de esse agrupamento ocorrer justamente em torno de um dos ícones mais conservadores das celebridades evangélicas.
Detalhe do vídeo: a cantora conta um caso em que credita a um abuso sexual a “prática” homossexual. Ou seja, meu amigo, a diva diz que é doença, marca de uma agressão do passado, portanto liberta-te.
