Tradução: Andrew Peterson – Family Man
Esse vídeo fala da paternidade, do que se tem que abrir mão em nome dela e do que se ganha com tudo isso.
Foi feito com lápis ilustrando cada cena. A música e a letra é do Andrew Peterson e a animação foi feita pelo Trevor. Tradução e legendas capengantes por minha conta.
Espero que gostem.
ViaThe Rabbit Room.
Livraria em endereço novo
O pessoal que me acompanha pelo feed ainda não foi avisado do blog novo: eu fiz o redirecionamento para cá antes de comunicar no antigo.
Então, só relembrando: a Livraria do Thiago está em endereço novo e rodando em Wordpress.
Pra quem acompanha pelo feed (O que é Feed?) do antigo iPodJesus: vou excluí-lo e manter as atualizações em um só lugar.
Anotem nos seus navegadores e, se quiserem, divulguem aos amigos.
Link: http://livrariadothiago.com/
Feed:http://feeds.feedburner.com/Livraria
Um obrigadão para o Elianderson que fez o header bonito aí em cima.
E se você ainda não sacou essa de livraria, dá uma lida no post de abertura.
Mídia: cinema hulk into the wild juno meme
by Thiago Bomfim
7 comments
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Meme: Melhores filmes do 1º semestre
Convidado pelo Ricardo, do vistoso Diversitá, vou listar aqui os melhores filmes do primeiro semestre de 2008. É uma lista bem pessoal e não se baseia tecnicamente em nada, é puro gosto mesmo.
1- Into the Wild – Sean Penn

Into the Wild
Acabei de assistir esse filme pela terceira vez (sério, ainda está passando os créditos na sala ao som de Eddie Vader). E vou aproveitar para deixar a minha réplica para um post recente que o próprio Ricardo fez.
Diferente do que parece à primeira vista, Into the Wild não é um filme em elevo ao espírito aventureiro de Chris Mccandless, auto entitulado Alexander Supertramp. O filme é sobre pessoas, de como elas são quando estão junto com outras e de como mudam por conta de seus projetos.
Os pais de Chris Maccandless são o maior exemplo de mudança de visão de um mundo onde o dinheiro deveria construir uma utópica família feliz, para uma realidade em que o importante é ter, no mínimo, a família de volta. A redenção é explícita na dor deles, na falta que sentem do filho.
Chris tem o posto que merece ter: um revoltado com o modelo de sociedade consumista, de valores invertidos. Contra sua própria crença da total perdição da humanidade, refletida nos pais, o personagem encontra pessoas revelando que nem tudo está perdido, que ainda há homens que se importam com o outro. É no acampamento de hippies, que o lema do filme adquire total sentido:
A felicidade só é real quando compartilhada. more »
LivrariadoThiago.com em novo link e no Wordpress
Cuidado para não se convencido, post lotado de verbos no imperativo!
Motivado pela mudança do Diversitá, tirei o plano da gaveta e coloquei em ação. A nova livraria agora está em endereço novo e rodando no Wordpress.
Quem já assina o feed dessa Livraria vai continuar acompanhando as atualizações, quem não assinou pode aproveitar o comentário oportunista e fazê-lo.
Visitem o blog novo, rabisque o livro e assine o feed:
Abraços e boa semana.
Um livro na prateleira que é o mundo
Quando se descobre que em uma livraria pode caber um universo completo de sabedoria e nesse universo há espaço infinito para a pluralidade de sentidos, é muito limitado pensar que o homem é só carne e osso.
Nas entrelinhas está a verdadeira mensagem. É onde o explícito adquire sentido secundário e torna-se uma ferramenta para tornar palpável todo um novo mundo de infinitos significados, que são mutáveis a cada novo contexto.
Imagino o artista que ao criar usa papel e tinta para tornar acessível aos sentidos do homem uma mensagem, que se veste com um sentido explícito, possível de se detectar ao primeiro olhar. A sua nudez, o sentido real e implícito, exige esforço e sensibilidade de quem o busca.
Estamos todo tempo a buscar a objetividade, o funcional. Tomara Deus, que nunca cheguemos a conhecê-los.
Poderíamos friamente olhar para o homem como a anatomia que provém da perfeita evolução. Eu prefiro olhar a humanidade como a mais incompleta e confusa mensagem, dotada de sentidos infinitos desenhados por um artista, que exige a nossa profunda reflexão em busca de algum significado real.
Esse blog é uma livraria, cheio de prateleiras, onde observo as manifestações de todos esses sentidos deixados nas entrelinhas, que fazem existir algo além de palavras desenhadas no fundo branco.
Nos livros, na música, na tinta, no simples ato de viver: toda a forma de arte que faz a nossa existência se perpetuar além desse respirar.
Dexter e o código de Harry que todos seguimos
Esse post foi publicado originalmente no dotBlog, espaço onde publico periodicamente junto com outros bloggers.
Dexter é uma famosa série de TV, exibida pela FOX e no client de Torrent mais próximo de você, onde o protagonista é um serial killer que mata outros assassinos do mesmo naipe.
O especialista da polícia da cidade encantada dos apóstolos foragidos, Miami, contém o seu desejo assassino por meio de um código de conduta ditado por Harry, seu falecido pai adotivo. Basicamente o código se resume a:
- Só matarás assassinos de pessoas inocentes
- Só matarás quando existirem provas concretas contra a maldade da vítima
- Não deixarás pistas
A série, subversiva a níveis altíssimos, usa a inteligência e a sutileza para questionar padrões de comportamento e ética.Eis a controvérsia: Dexter com toda a sua contida maldade é um retrato de cada um de nós, cristãos ou não.
A Bíblia afirma que todos nascemos em pecado, logo isso nos afasta de Deus. Esse distanciamento de Deus pode ter inúmeros significados. A maior conotação do estar afastado é o fato de que fomos criados à imagem e semelhança do Criador, porém o pecado nos distancia, logo não somos como Ele. Não ser como Deus é ser mau. Ele é amor, se não somos mais à sua semelhança não somos mais dotados de amor. Aí então surge o código que coloca os limites em toda a nossa deturpada e má natureza.
Nosso herói Dexter foi afastado de sua imaculada natureza infantil, ao ver sua mãe ser morta com uma serra elétrica. Desse em momento em diante, o assassino começa a nutrir a sua deturpada personalidade de serial killer. Harry está o tempo todo colocando limites à esse desejo, mostrando alternativas para que o garoto venha salvar-se, não do próximo mas de sua própia má-índole.
Deus é o nosso guia. Está o tempo todo a impor limite em nossa natureza. Ele não o faz de modo repressor mas, entende que nascemos assim e nos oferece alternativas para que a auto-destruição não culmine o nosso fim. Imagine um mundo sem qualquer influência de princípios cristãos. Por mais que o mundo todo não se converta à nossos ensinos do Cristianismo, o que penso ser positivo, toda a humanidade possui no seu amago o código de Deus, e graças a esse sistema de “regras” a criação ainda não está em extinção.
A conduta da humanidade dentro dos padrões divinos é tão influente que mesmo quando ela não está totalmente explícita, ela ainda estará lá. Pode-se tentar subvertê-la mas sempre dará no mesmo: o homem fugindo dele mesmo como única alternativa de sobrevivência.





