Ideia de jerico do dia by Dimenstein

Não sei se tem alguém aqui que gosta dos comentários desse Dimenstein. Mas, basta acompanhar por um único mês o que ele diz para notar que ele sempre vem com uma solução para depreciar os professores e, como é de praxe no Grupo Abril, falar mal obcessivamente do atual governo e suas medidas.

Olhe aqui o tamanho da besteira que ele sugere como substituição dos planos de popularização do acesso de banda larga residencial.

Banda larga dos pobres já existe

O presidente Lula promete colocar banda larga na casa de cada brasileiro –o que sairia por R$ 180 bilhões e demoraria cinco anos. No mínimo.

A banda larga dos pobres, porém, já existe e, com pouco dinheiro, poderia crescer rapidamente –mas quase ninguém dá importância. São as lan houses.

Colhi documentos oficiais e do Ibope que mostram que são hoje, no país, 180 mil lan houses, que atendem 31 milhões de pessoas, a imensa maioria delas pobres –o detalhamento está no www.catracalivre.com.br. Ou seja, a inclusão digital no Brasil é informal e, na prática, clandestina.

Diante desses números, fica óbvia –pelo menos para quem deseja evitar desperdícios– que deveria haver um plano de apoio à rede de lan houses para que exerçam um papel de centros comunitários digitais. Poderiam ser tanto um “poupatempo”, aproximando o cidadão dos serviços públicos, com uma extensão da sala de aula. (Ler tudo)

Olhe só: o Gilberto Dimenstein considera desperdício oferecer banda larga a preço popular… Prefere promover lan houses subsidiadas com dinheiro público.

Será que pobre não pode ter conforto nesse país? Será que os mais humildes sempre precisam pegar uma senha ou uma fila?!

Ratatouille: uma belíssima lição sobre talento que ignora qualquer origem

ratatouille

Rémy em Paris

Estou começando a virar fã dos filmes da Disney/Pixar, como podem notar. Especialmente estes mais recentes estão permeados de temáticas inspiradoras.

No caso de Ratatouille, o assunto é talento em oposição à origem e obstáculos. A maioria de vocês já deve ter assistido, mas, para os que não tiveram ainda oportunidade, fica aqui a recomendação.

Sobretudo, a belíssima história inspira-nos a sonhar em servir o mundo com aquilo que temos de melhor, não importando o quanto é simples o que temos a oferecer.

Estamos todos conformados com nossa história, nos entregamos à suposta fatalidade do destino e para isso buscamos numerosas justificativas que expliquem nossa resignação.

Se dizes que o mundo está difícil, serei o primeiro a concordar com você. Na verdade está dificílimo! Mas belas histórias, destinos desviados, não acontecem quando todo o caminho está preparado para sucesso. Elas são as lindas exceções que viram linhas magníficas nos livros.

Eu odeio escrever um texto que pareça autoajuda. Peço aos leitores que não o entendam desse modo. Estou apenas contando sobre histórias que podem ou não dar certo. Contudo, se tudo acabar diferente daquilo que foi planejado, ao menos uma estrada pôde ser trilhada da um modo totalmente particular.

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Talvez um pintor de rua?!

Aconselho aos meus leitores que não se acomodem, e que também não corram atrás dos esteriótipos dos “bem sucedidos”, dos especialistas em mídia que esperam dominar o futuro.

Apenas cozinhe, dê aulas, pode o jardim, dirija o táxi, cuide do bebê. Pinte a parede, plante a horta, escreva sua poesia, abra a cova do defunto, lave os vidros, alinhe o tijolo, cante no barzinho, dance na praça. Faça do seu jeito, faça do melhor jeito.

Imagens de Fernando Galeano e pedrosimoes7 usadas sob Licença Creative Commons 2.0.

Tradução e legendas: Bebo Norman – Great Light Of The World

Veja mais traduções no meu canal do YouTube.

Por que você lê a Livraria?

Leva-se um  tapa num canto, mas logo ali te espera um abraço!

O Kennedy Lucas recomendou a Livraria lá no espaço dele e isso me deixou muito contente.  Olhe o que ele fala desse furdunço aqui da internet chamado Livraria do Thiago:

O Thiago é um daqueles caras que quando você lê, não consegue ficar indiferente. Ou você o rejeita veementemente por suas ideias “diferentes” – digamos assim – ou você o ama por pensar “puxa vida, porque não pensei nisso antes”.

Valeu, rapaz! Isso me dá ainda mais vontade de escrever aqui, para cutucar a minha mente e a dos meus visitantes.

Jota Mossadihj afirma: Thiago Bomfim, eu sei que você é gay

Com um mínimo de cálculo e conhecimento sobre o que é um IP, você verá que a personagem de Jota Mossadihj passou pela Livraria e deixou um comentário sobre conhecimentos que ela possui acerca da minha sexualidade. Esse tal Wassup não deixa passar nada!

Aviso aos leitores que nunca fiquei com o rapaz, nem ativamente, nem na condição passiva. Não faz meu tipo…

Poderia ser nobre e deixar a afirmação ressoar no vácuo dos comentários, mas não sou capaz disso. Torna-se até nobre a divulgação da peripécia para que ninguém se engane com essa criatura, que se passa por santo mas é apenas um lobo bobinho, que segue o primeiro vento de doutrina que lhe pareça interessante.

Deixo claro que não me ofendi com a afirmação. Apenas me diverti com a traquinagem desse rapaz e quero compartilhar esse belo ato com meus leitores. Clique nas imagens para ampliar.

Primeira parte – Jota entra na Livraria:

Comentário

Jota entra na Livraria, como faz todos os dias e deixa um comentário (indicado pelo "wp-comments-post.php")

Segunda Parte – “Coincidentemente”, no mesmo IP e naquela hora, aparece o comentário dele sob o pseudônimo Marcos Felipe:

commetadmn

Sob o mesmo IP, usando um pseudônimo, a nobre alma faz a geniosa e bem escrita declaração

E antes que me perguntem: não sou gay, aliás estou disponível para moças inteligentes e bonitas :)

Não sou de jogar fora. Magro de olhos castanhos e muito bem humorado :P

Imagens valem mais que palavras: Up

Essa histórinha da vida de casado de Ellie e Carl na animação Up, da Pixar, é pra mim o ponto alto desse filme. Coisa linda de se ver: