Dos bons escritores temos notícia de muitos textos. Contudo, deles (escritores) só estudamos os escritos famosos, enquanto os demais (textos) permanecem no limbo. Ou seja, escreve-se mais textos do que obras.
A escrita, como acreditam os pragmáticos escritores, é um exercício. Se Olavo Bilac ainda estivesse entre nós, reafirmaria que é ofício como o de ourives.
E se um texto aceitável é, ainda que relaxadamente, lapidado (em alguns casos só torneados em esmeril grosseiro), que tipo de tijolo deformado será resultado das palavras de um pretencioso aspirante meia boca que escreve às madrugadas, já embriagado pelo necessário sono e carente do silencioso manto de Morfeu?!
Pois bem, verdade ou não essa história de lapidação, começo hoje um exercício de escrita diária. Isso mesmo, vou escrever um textinho por dia. Se na internet já existe tanta coisa ruim, uma mais ou a menos não fará diferença.
Os textículos estarão à mostra nos seguintes locais:

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