Eu não sou legal. Se vocês pensam assim é bom que se livrem desse engano agora mesmo.
Sou do tipo de gente que reclama de tudo. Ao encontrar algum conforto externo, na mesma hora, resolvo encontrar algum incômodo de alma, ou vice versa.
E pra “puxar conversa”… só mesmo com muito álcool na veia. Aliás, sinto-me mais confortável com o silêncio do que com a excessiva necessidade de ter algum assunto sempre. Tentar falar o tempo todo gera um tipo de gente boça que só faz vergonha para os outros.
Mas eu gosto de estar com algumas pessoas, poucas é verdade: aquelas que sabem o tipo de gente meia boca que eu sou e que não exigem que eu melhore, mas que sejam, de alguma forma, melhores que eu. Ah, Thiago, todos somos iguais aos olhos de Deus… Hum diga isso para Abraão e depois para Oséias, o primeiro bilionário e ‘pai’ de toda uma nação encrenqueira, e o segundo, um mero marido de puta.
Um homem só consegue ser sincero, ou menos mentiroso, quando está só.
Este post é a reação de um trauma que eu tive ontem assistindo a um documentário sobre um dos compositores mais fodásticos de uma das inúmeras formações do Pink Floyd: Syd Barret.

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