Eu acredito
- em Jesus (às vezes de maneira meio heterodoxa): nunca pela terra passou um homem como ele.
- que estamos vivendo uma vida completamente destrutiva e por mais que a vivamos do jeito que parece correto para o sistema mais mal estamos a viver.
- que a espiritualidade é o único recurso ilimitado em termos de pensamento: ela se explica em sua existência.
- que a Bíblia é um guia, não uma arma. Os que a usam para expor o pecado de alguém antes das próprias falhas acabam dando um tiro suicida.
- que meu próximo é muito mais importante do que minha comunidade de fé.
- que a igreja é completamente desnecessária para algumas pessoas, essencial para a maioria. Incluo-me no primeiro caso.
- que o foco que se dá na comunidade de fé – entre os que compartilham das nossas crenças – inverte totalmente a prioridade de amar o próximo.
- que uma consciência limpa supera qualquer lei, qualquer mandamento, qualquer regra de boa conduta (inspirado pelo Derek Webb)
- que espiritualidade é algo para se viver, não para vender.
- que qualquer mensagem que se baseia em outros princípios que não a salvação e conduta inspirada em Cristo (ex: pureza sexual, prosperidade, cidadania, ética, predestinação) é perda de tempo.
- que não podemos salvar ninguém se não nos salvarmos de nós mesmos.
- que a morte é um descanso agradável, melhor mesmo que a vida.
- que nenhum governo, mesmo com toda a boa intenção, melhorará a nossa vida.
- que as nossas obrigações éticas e para com o Estado são secundárias diante daquelas que se referem ao Reino.
- que envolvimento direto dos cristãos com partidos e candidaturas são desvio de foco, depósito de esperança no lugar errado.
- que ativismo começa por saber o nome dos nossos vizinhos.
- que sou um cara lotado de defeitos acima da media.






“[...] que a fé obra pelo amor…
que se autojustificar é menosprezar a cruz de Cristo.
Abraço Thiago…