Antes dos 30: Into the Wild – Sean Penn

Nova categoria da Livraria. Basicamente, é uma lista de coisas a se ver, comer, ler, visitar, cheirar, sentir, e por aí vai, antes dos 30 anos de idade.

Vou começar com esse título de Sean Penn que me agradou muito. É baseado no livro de mesmo nome, Into the Wild, e narra as aventuras de Chris McCandless, um jovem muito inteligente que largou tudo para ir morar no Alaska. Tudo verdade, com aquela perspectiva emocionante que só a tela pode dar. À bem cuidada lente de Sean Penn, soma-se uma trilha sonora de Eddie Vedder e a atuação cativante de Emile Hirsch, conhecido por interpretar aquele moleque de Anos Incríveis nas nostálgicas tardes da TV Cultura. Na verdade aquele foi Fred Savage.

Trailer:

28 jul 2008, 6:01am
Mídia:
by Thiago Bomfim

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  • Meme: Melhores filmes do 1º semestre

    Convidado pelo Ricardo, do vistoso Diversitá, vou listar aqui os melhores filmes do primeiro semestre de 2008. É uma lista bem pessoal e não se baseia tecnicamente em nada, é puro gosto mesmo.

    1- Into the Wild – Sean Penn

    Into the Wild

    Into the Wild

    Acabei de assistir esse filme pela terceira vez (sério, ainda está passando os créditos na sala ao som de Eddie Vader). E vou aproveitar para deixar a minha réplica para um post recente que o próprio Ricardo fez.

    Diferente do que parece à primeira vista, Into the Wild não é um filme em elevo ao espírito aventureiro de Chris Mccandless, auto entitulado Alexander Supertramp. O filme é sobre pessoas, de como elas são quando estão junto com outras e de como mudam por conta de seus projetos.

    Os pais de Chris Maccandless são o maior exemplo de mudança de visão de um mundo onde o dinheiro deveria construir uma utópica família feliz, para uma realidade em que o importante é ter, no mínimo, a família de volta. A redenção é explícita na dor deles, na falta que sentem do filho.

    Chris tem o posto que merece ter: um revoltado com o modelo de sociedade consumista, de valores invertidos. Contra sua própria crença da total perdição da humanidade, refletida nos pais, o personagem encontra pessoas revelando que nem tudo está perdido, que ainda há homens que se importam com o outro. É no acampamento de hippies, que o lema do filme adquire total sentido:

    A felicidade só é real quando compartilhada. more »