O melhor da década “acabou” na década

O melhor, pelo menos daqui das nossas fronteiras, “acabou” na década mesmo:

Eu que já não sou assim, muito de ganhar…

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Marcelo Camelo: O Curioso Caso de Benjamin Button

Marcelo Camelo sobre Jaballu

Desse jeito o Los Hermanos não volta nunca!

Uma visão renovada sobre a morte – Parte I

Die Morte não é um tema muito popular e, na minha posição de cristão, tratá-lo é quase decretar que sou um combatente da vida, entretanto faz-se necessário essa conversa que dividirei em alguns posts.

Alerto aos leitores que não compartilho de convicções teológicas, já que não tenho cacife para tanto. Porém é indiscutível o fato de que sou influenciado por conceitos cristãos, pois alguns deles são universais e perenes, válidos independente do credo.

Comecemos então, com este post de introdução:

Marcelo Camelo Rodrigo Amrante, integrante da banda Los Hermanos, cantou a morte da forma mais bonita que eu já ouvi. Não me lembro bem da letra, mas ele diz que a vida é um rio, até que deságua no mar.

Não poderia existir metáfora mais perfeita para a jornada humana. Enquanto rio somos diferentes: alguns mais longos, alguns barrentos, alguns minguantes. Temos cada um, sua peculiaridade.

Ao morrer nos tornamos mar , misturamos-nos com o universal, com o inevitável e com o semelhante.

É certo que o rio da minha vida pode ser diferente do seu, mas ao desaguar no mar nos tornaremos um, e saberemos que todo o nosso leito correu para o mesmo destino.

E essa metáfora pôs-me diante de uma nova concepção de morte, onde esta já não é a privação do viver, mas sim a igualdade do homem evidenciada no destino comum.

O morrer soa belo assim!

Nos próximos posts falarei sobre, dor, suicídio e mais alguns outros temas bizarros.