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by Thiago Bomfim
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Escolha o seu tipo de família nesse vídeo
A série Modern Family vai mostrar que tipo de organização bizarra as famílias estão virando. Agora diga a verdade, sua família não tem alguém, ou alguma coisa, que relembre algum desses lares?
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by Thiago Bomfim
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Abertura do seriado Dexter em versão metal
Nunca fui muito admirador desse estilo musical que chamam de metal. Não o desmereço, acho apenas que é muito duro e que está além da minha compreensão, só isso. Mas olhe só que interessante essa abertura de Dexter, o serial killer/herói/personificação do desejo humano hiperbolizado, feita numa guitarra, ou algo que corresponda ao outrora instrumento do demônio.
O mais curioso é a adaptação exata ao tempo da música original de Rolfe Kent:
Listas Pensando Teologia: ateísmo religião serie Teologia
by Thiago Bomfim
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Provocações IV – Em quais ocasiões sou ateu?
O Teo afirmou que nossas conclusões sobre Deus não mudam quem ele é. Não discordo disso, mas é importante pontuar que tudo o que sabemos sobre Deus é baseado em nossas concepções, estudos e, evidentemente, cultura e convívio social.
Logo todas as nossas conclusões estão em constante transformação. Isso significa que elas podem se corromper ou melhorar.
Já chegamos a afirmar, com ajuda da Bíblia, a inferioridade das mulheres no tocante à autoridade para liderar e ensinar. Hoje boa parte concorda que não faz sentido algum esse tipo de doutrina preconceituosa. Isso significa que deturpamos a teologia? De modo algum. Apenas acrescentamos um novo sentido ao conhecer o tipo de cultura na qual Paulo foi criado para que ensinasse algo desse tipo. Contextualizamos a mensagem e atribuímos a ela um sentido verdadeiro e completo.
Ao afirmar meu ocasional ateísmo, uso a força de expressão para afirmar que não acredito em uma determinada concepção de Deus que conhecemos hoje.
Se você me disser que o seu deus mandou uma tsunami ou um dilúvio para castigar aos homens pelo seu pecado, declaro-me ateu, pois o seu deus matou crianças e inocentes por causa de pecado de alguns. Esta mesma divindade não permitiu aos supostos pecadores uma segunda chance.
Há várias definições acerca de Deus que me fazem ateu. Posso dizer que todo ateísmo é baseado em nossas conclusões incoerentes que tornam a divindade mais nociva que um demônio.
Esse post é parte da Série Provocações.
Imagem de deess, usada sob uma Licença Creative Commons 2.0.
Pensando Teologia: provocações serie Teologia
by Thiago Bomfim
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Provocações II – Há algo além do evangelho da graça?
O evangelho da graça, incompreendido por ser paradoxal, é a fronteira entre a fé e a descrença. Deixe-me explicar.
Suponha que eu acredite em algo desse tipo:
Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao pai senão por ele. João 14:6
Jesus não se define com um único predicativo nesse trecho. Ele se mostra em diferentes opções. Se eu não sigo os seus mandamentos, ou seja, não sigo pelo caminho, ele se apresenta como verdade e vida.
Isso é um grande alívio pois a verdade é algo absoluto, sem brechas , não é? Logo ela é universal e atemporal, isto é, alcança mesmo aqueles que não estão no caminho: muçulmanos, budistas, ateus…
A verdade é um fato consumado. Não há argumentos, pois não é hipótese. A morte de Jesus é a consumação da salvação que alcança os gentios: aqueles que não estão no caminho.
Tendo esse princípio já formulado e assimilado, transcendê-lo se caracterizaria em descrer de uma verdade.
Não nos resta nada fora do evangelho da graça, além de um deus mesquinho e mau. Uma divindade que escolhe alguns para a vida eterna e lança outros arbitrariamente no inferno.
A descrença é a melhor opção se essa for a única compreensão de um deus dentro de uma religião.
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by Thiago Bomfim
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Série – Provocações I

photo credit: big swiftPercebo que os cristãos são maioria dos visitantes desse blogue. Só por isso tenho muito zelo em sempre recheá-lo com provocações.
Toda vez que tento ser político, acabo por falar o que todo mundo quer ouvir. Resolvi então deixar a suposta boa conduta de lado e listar algumas inquietações minhas. Não são verdades absolutas, estão mais para concepções. Serão explorados os seguintes assuntos nessa série que vou chamar de Provocações (seria um plágio?).
- Na minha condição atual de fé – e com a igreja que nos resta – só me sobraria, depois de todos meus experimentos, a total descrença.
- Não consigo, de modo algum, conceber o deus que a religião apresenta.
- Sou ateu, ocasionalmente.
- A fé institucionalizada não é necessária, mas a coletividade do cristianismo é essencial.
- A Bíblia é inspirada pela espírito, mas e George Orwell, Shakespeare, Thom Yorke e Darwin não são?
- Eu acredito no evolucionismo.
- Alguns ateus são salvos, vários cristãos… não.
- A ressurreição de Jesus não acaba no aspecto físico.
- O evangelho da graça tira-nos o medo de pensar.
Amanhã o primeiro tópico: Na minha condição atual de fé – e com a igreja que nos resta – só me sobraria, depois de todos meus experimentos, a total descrença.
Dexter e o código de Harry que todos seguimos
Esse post foi publicado originalmente no dotBlog, espaço onde publico periodicamente junto com outros bloggers.
Dexter é uma famosa série de TV, exibida pela FOX e no client de Torrent mais próximo de você, onde o protagonista é um serial killer que mata outros assassinos do mesmo naipe.
O especialista da polícia da cidade encantada dos apóstolos foragidos, Miami, contém o seu desejo assassino por meio de um código de conduta ditado por Harry, seu falecido pai adotivo. Basicamente o código se resume a:
- Só matarás assassinos de pessoas inocentes
- Só matarás quando existirem provas concretas contra a maldade da vítima
- Não deixarás pistas
A série, subversiva a níveis altíssimos, usa a inteligência e a sutileza para questionar padrões de comportamento e ética.Eis a controvérsia: Dexter com toda a sua contida maldade é um retrato de cada um de nós, cristãos ou não.
A Bíblia afirma que todos nascemos em pecado, logo isso nos afasta de Deus. Esse distanciamento de Deus pode ter inúmeros significados. A maior conotação do estar afastado é o fato de que fomos criados à imagem e semelhança do Criador, porém o pecado nos distancia, logo não somos como Ele. Não ser como Deus é ser mau. Ele é amor, se não somos mais à sua semelhança não somos mais dotados de amor. Aí então surge o código que coloca os limites em toda a nossa deturpada e má natureza.
Nosso herói Dexter foi afastado de sua imaculada natureza infantil, ao ver sua mãe ser morta com uma serra elétrica. Desse em momento em diante, o assassino começa a nutrir a sua deturpada personalidade de serial killer. Harry está o tempo todo colocando limites à esse desejo, mostrando alternativas para que o garoto venha salvar-se, não do próximo mas de sua própia má-índole.
Deus é o nosso guia. Está o tempo todo a impor limite em nossa natureza. Ele não o faz de modo repressor mas, entende que nascemos assim e nos oferece alternativas para que a auto-destruição não culmine o nosso fim. Imagine um mundo sem qualquer influência de princípios cristãos. Por mais que o mundo todo não se converta à nossos ensinos do Cristianismo, o que penso ser positivo, toda a humanidade possui no seu amago o código de Deus, e graças a esse sistema de “regras” a criação ainda não está em extinção.
A conduta da humanidade dentro dos padrões divinos é tão influente que mesmo quando ela não está totalmente explícita, ela ainda estará lá. Pode-se tentar subvertê-la mas sempre dará no mesmo: o homem fugindo dele mesmo como única alternativa de sobrevivência.





